
Imóvel para empresários em cenário incerto: proteção, não aposta
Imóvel para empresários em cenário incerto: proteção, não aposta
Em momentos de incerteza econômica, empresários costumam cometer dois erros opostos:
paralisar completamente ou assumir riscos excessivos tentando “acertar o próximo movimento”.
Dados históricos mostram que nenhum dos dois costuma funcionar bem.
Análises de longo prazo da FGV, CBIC, Secovi e relatórios bancários indicam um padrão recorrente no Brasil:
em ciclos de inflação, juros elevados, volatilidade política ou desaceleração econômica, ativos reais tendem a preservar valor melhor do que decisões financeiras de curto prazo mal calibradas.
Isso não significa que imóvel seja imune a ciclos.
Significa que bons imóveis atravessam ciclos.
Enquanto ativos financeiros sofrem forte oscilação conforme política monetária, câmbio e humor do mercado, imóveis bem localizados se apoiam em três pilares mais estáveis:
• demanda estrutural (as pessoas continuam precisando morar e trabalhar)
• escassez de solo urbano qualificado
• custo de reposição crescente (mão de obra, materiais, licenças)
Estudos comparativos entre períodos de instabilidade — como 2008, 2015–2016 e 2020–2022 — mostram que empresários que alocaram parte do patrimônio em imóveis estratégicos conseguiram reduzir volatilidade patrimonial, mesmo com menor liquidez no curto prazo.
O ponto central não é retorno rápido.
É proteção contra decisões ruins em ambientes confusos.
Imóvel, para o empresário, não é fuga.
É âncora.
Não resolve todos os problemas, mas ajuda a evitar erros grandes quando o cenário está nebuloso.
Em mercados voláteis, previsibilidade não vem de adivinhar o futuro —
vem de escolher ativos que sobrevivem a ele.